Guia normal ou retrátil? 

  

Já falamos sobre tipos de coleiras, mas e quanto às guias? Quais são as opções disponíveis?

A Dina Nina usa dois modelos diferentes: uma guia normal (de tecido) e uma guia retrátil. O modelo convencional é uma faixa do mesmo material da peitoral, podendo ser nylon, couro, metal, etc. Há exemplares estampados ou lisos, alguns contém apliques de borboletas, flores, ossinhos ou outras fofuras. Aliás, quando falamos em guia, é provavelmente essa a imagem que vêm à cabeça das pessoas. O comprimento pode variar, sendo as mais curtas melhores para você ensinar seu cãozinho a passear, pois fica mais fácil mantê-lo sob controle. Versões mais longas, por outro lado, podem deixar o passeio mais leve e agradável para o cão. Atenção ao material e à espessura da guia, pois as muito finas podem machucar as mãos, além de terem durabilidade inferior.

 

Caso seu animalzinho seja daqueles que puxam durante o passeio, há modelos que possuem uma espécie de “mola” entre o trecho que se prende ao cão e o que fica na mão do dono, suavizando o puxão por dissipar a energia. Nunca utilizei nenhuma guia assim, pois com a minha pequena não é necessário, mas acredito que valha a pena para aqueles cães fortinhos.

A guia retrátil, por sua vez, dá mais liberdade ao cão, pois com ela é possível se afastar mais do dono. Com esse tipo de guia, o comprimento vai aumentando com a distância, e diminui automaticamente quanto o cão se aproxima. É importante comprar um modelo que suporte o peso do seu amiguinho, porque num momento de empolgação ele pode se esquecer de que está preso e dar “trancos” na guia. É imprescindível, ainda, optar por um modelo seguro e de um fabricante confiável, pois já ouvi histórias de guias retráteis que se desmancharam na mão do dono! Olha o perigo!

DN guia retratil

Com a Dina, normalmente usamos a guia convencional nos passeios curtos, como voltas no quarteirão, pois é mais fácil mantê-la afastada da rua e protegida. Já nos parques, optamos por usar a guia retrátil e deixar a pequena se esbaldar! Ela adora! Faz amizade com outros cães, explora as árvores/lagos/pedras, tenta correr atrás dos pássaros…

Enfim, há uma ocasião para cada guia. Acho válido possuir os dois modelos e usá-los conforme a necessidade, além de sempre haver uma segunda opção caso uma das guias estrague ou desapareça. E seu cãozinho? Que tipo de guia ele usa?

Qual tipo de coleira seu cão usa?

Minha mãe é louca por coleiras. Está sempre trocando as das cadelas dela e, com a chegada da Dina Nina, não poderia ser diferente: tanto a coleira de pescoço (usada apenas para colocar a medalhinha com nome e telefone) quanto a coleira peitoral (usada nos passeios) foram presentes da avó.

A primeira peitoral foi um modelo bem simples, já que a pequena ainda estava em fase de crescimento e logo não serviria mais. Dina usava para andar de carro (presa ao cinto de segurança canino) e para passear a pé, e durante 4 meses coube direitinho nela.

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Então veio a primeira troca! Nessa fase, eu já estava pesquisando mais sobre artigos pet e me apaixonei pela marca Puppia. Queria um modelo e uma estampa específicos (Puppia Argyle modelo B) e pretendia importar, mas qual não foi minha surpresa ao encontrar exatamente o modelo desejado numa Pet Shop da cidade? Na mesmo hora a Dina estava desfilando de coleira nova!

puppia

E assim começou uma história de amor com a Puppia. Optei por uma coleira estilo colete/camisetinha, de excelente qualidade e bastante segura. Além dos fechos de velcro e plástico, quando se coloca a guia ela trava nas duas alças metálicas, impedindo de uma vez por todas que a coleira se abra quando não for desejado pelo proprietário.

Gostei tanto dessa peitoral que, quando foi preciso trocar, a escolhida foi uma exatamente igual, porém com tamanho maior! A vantagem é que não foi preciso trocar a guia para manter o padrão.

puppia argyle

À medida que os pelos da Dina foram crescendo, percebi que seria interessante também uma coleira mais ventilada, e me lembrei do modelo A, em forma de halter, que cobre apenas a barriguinha do animal (nas costas apenas duas faixas de nylon são vistas). Novamente procurei pela mesma estampa, mas não encontrei. No lugar, foi escolhida essa versão colorida, por combinar com a guia retrátil e com o clima de verão. A Dina adorou! Claro que ela adora tudo quando está no parque, mas em nenhum momento pareceu desconfortável com a coleira nova.

Como a Dina não estava presente para experimentar, o tamanho que trouxe (small) acabou ficando um pouquinho folgado pra ela. Mas fizemos vários testes e a coleira não se soltou em nenhum momento. Imagino que se um dia a Dina chegar a ficar bem peluda, esse novo modelo não irá atrapalhar em nada nem causar nós nos pelos dela.

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Aqui em casa, estamos todos satisfeitos com as coleiras escolhidas. Seja o modelo mais fechado, seja o mais aberto, ambos deixam a Dina confortável e muito bonita. E você? Qual coleira escolheu pro seu filhote? Conta pra gente!