Cuidado com roubos de cães durante o passeio!

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Não sei na cidade de vocês, mas por aqui tem sido bem comuns – e até frequentes – os roubos de cães. Há suspeitas de que os animais roubados sejam revendidos, usados como reprodutores por criadores inescrupulosos ou que sirvam como presentes para esposas e filhos dos criminosos. Qualquer que seja o motivo, ninguém quer passar por isso com seu peludinho.

Shih tzu é o cão da moda, fato. Assim, é preciso estar ainda mais atento quando você sair com seu cãozinho, pois em muitos locais há quadrilhas especializadas nesse tipo de crime!

Então como devo agir para evitar que isso aconteça? Abaixo temos algumas dicas:

  • Evite passear sempre pelos mesmos caminhos. Se hoje você subiu a rua, amanhã desça, vire à esquerda, mude o destino.
  • Varie os horários de passeio, evitando que os criminosos decorem sua rotina e armem emboscadas.
  • Mesmo que seu cão seja extremamente treinado e disciplinado, evite andar com ele sem coleira. Ele pode ser obediente o bastante para não sair correndo atrás de um gato do outro lado da rua, mas não será capaz de fugir das mãos de um maluco, por exemplo.
  • Procure passear em horários de maior movimento de pessoas. Todos que convivem com cães costumam se entender e proteger uns aos outros, o que ajuda a inibir a ação dos marginais.
  • Se possível, procure passear em locais onde haja guardas municipais ou seguranças, como praças e parques públicos. Você se sentirá mais protegido e, caso o pior aconteça, terá a quem recorrer imediatamente.
  • Tente sair acompanhado de outras pessoas, pois um indivíduo sozinho com um cão é um alvo mais fácil do que uma dupla, por exemplo.
  • Esteja atento ao seu cachorrinho e ao movimento da rua durante o passeio, evitando mexer no celular.

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Atenção! Não deixe de sair com seu peludinho, cães amam e precisam passear. É um momento de diversão e relaxamento para eles, quando podem sentir novos cheiros, interagir com pessoas e animais diferentes e fazer suas necessidades. Procure seguir as dicas acima e se divertir com sua bolinha de pelos, com certeza será uma atividade benéfica para ambos!

Como cuidar do meu cãozinho em apartamento?

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Muitas pessoas ainda ficam na dúvida sobre ter ou não um cãozinho por morar em apartamento, principalmente o de menor metragem. É claro que uma casa ou um ambiente mais espaçoso é confortável para humanos e animais de estimação, mas o fato de morar em apartamento ou ambientes menores não é um impedimento para ter um pet. Só é preciso ter bom senso e escolher os cães de porte compatível e que tenham um perfil mais calmo e coerente com seu espaço e seu condomínio rs.

Algumas raças são ideais para esses espaços e se adaptam super bem. A raça Shih tzu é uma delas, assim como: Bulldog Francês,  Spitz Alemão, Maltes, Poodle, Yorkshire, Lhasa Apso, Fox Terrier, Schnauzer, Pinscher, Dachshund e Pug. Mas vale ressaltar que cada cão tem um temperamento, mesmo que algumas raças sejam mais calmas que outras, por isso é muito importante pesquisar bem antes de escolher. Os cães da raça Shih Tzu, em sua maioria, são tranquilos e quase não latem, são mais preguiçosos que um gato e dormem o dia todo se deixar rsrs, não possuem muita necessidade de exercícios físicos, mas precisam de atividades ao ar livre, e vivem bem em ambientes pequenos.

Veja algumas dicas de como cuidar do seu pet em ambientes pequenos. É imprescindível prezar pelo bem-estar físico e psicológico do seu cãozinho:

  • Espaço interno: pense no espaço mais adequado a ele. Não se limite a área de serviço, exceto em fase inicial de confinamento e/ou aprendizado das necessidades. Muitas pessoas acabam por deixar o cãozinho sempre na área de serviço e isso não é legal. O ideal é estipular o máximo de circulação possível para o seu pet, levando em consideração a segurança dele também. Mantenha esse espaço seguro e sem muitos fios ou objetos que possam causar algum acidente. Aqui em nosso apartamento a pequena Melissa fica com quase todo espaço livre para ela, pois, como passamos o dia fora, optamos por deixá-la mais a vontade.
  • Varanda ou sacada: quem mora em apartamento e possui esse espaço extra é muito bom, mas é preciso torná-lo seguro. Aqui em casa providenciamos as telas protetoras, assim a Mel fica a vontade em mais um espaço. Aproveitei que minha sacada tem um espaço legal e inclui o banheiro dela nesse ambiente, é mais fácil de limpar!

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  • Passeios regulares: o passeio é um item que faz bem para ambas as partes rsrs. Sair regularmente com seu cãozinho faz bem para o corpo e pra mente, todo mundo fica feliz. O passeio é uma das opções para o seu cãozinho gastar energia e passar o tédio. Para quem mora em apartamento, o passeio no Play ou no estacionamento também vale, principalmente nos dias chuvosos ou quando a cadelinha está no cio.
  • Brinquedos: os brinquedinhos fazem toda a diferença: ter brinquedos educativos e de entretenimento são excelentes para passar o tempo e garantir a diversão do seu cão. O enriquecimento ambiental também é uma ótima dica para o seu Pet.

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  • Limpeza: muitas pessoas questionam se o cão deixa um cheiro desagradável no apartamento. Todo cachorro tem cheiro, uns mais fortes que outros. Mas atualmente existem mil maneiras de você deixar a sua casa perfumada e sem nenhum cheiro desagradável por conta do animal (muitas vezes, nem é culpa dele, tadinho rs). Mantenha a casa limpa regularmente, higienize o cãozinho com banho seco ou lencinho quando já tiver uns 5 dias do  último banho, higienize o sanitário do seu pet, e como produto de limpeza use o Herbalvet.

 

Se tiver mais dúvidas, mande pra gente! Iremos adorar ajudar!

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Assento Transpet – Tubline Pet

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Se a pessoa tiver um pouco de bom senso, vai saber o quanto é perigoso (para ambas as partes) andar com um cão solto na parte da frente do carro. O animal deverá sempre ficar na parte traseira do carro, ou com cinto de segurança, ou em caixas presas por cinto de segurança.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), não se deve transportar pessoas, animais ou volume à esquerda do motorista ou entre seus braços e pernas (infração média, com pena de multa). Além disso, é infração grave conduzir pessoas, animais ou carga nas partes externas do veículo, salvo nos casos devidamente autorizados, sob pena de multa e retenção do veículo para transbordo.

Para solucionar esse problema, há assentos específicos para o transporte de animais domésticos, como o assento Transpet. Adquiri esse produto por influência de amigas, e hoje percebo a grande utilidade que ele tem. Seu animal de estimação merece um cantinho seguro e confortável  para ser transportado.

De acordo com a marca:

A Tubline, fabricante de cadeiras infantis, produz a cadeirinha de segurança para automóveis na versão para cães. Trata-se de um produto inédito no Brasil que vai deixar os cãezinhos mais confortáveis e os motoristas mais seguros quando transportarem seus animais num automóvel.

Além do conforto e de proporcionar um passeio agradável para os cães que apreciam a paisagem, o Transpet funciona como um equipamento de segurança, porque o cão solto num carro em movimento tira a atenção do motorista no trânsito e coloca em risco motoristas e passageiros.

Característica e especificações técnicas:

  • Assento para transporte de cães pequenos, com até 10 kg de peso;
  • Adaptável à maioria dos assentos de automóveis;
  • Recomenda-se o uso de coleira peitoral com o Transpet (não incluída);
  • Trava no próprio cinto de segurança do automóvel e no banco;
  • Altura regulável que se adapta à maioria dos cães com até 10 Kg;
  • Protege o assento do automóvel de qualquer sujeira;
  • Dobrável e fácil de transportar.

Caso seu cachorro tenha mais de 10kg, opte pelo cinto de segurança para Cães.

ATENÇÃO:

Este produto não deve ser utilizado em assentos equipados com air-bag no banco traseiro.

Agora vamos a minha opinião:

Gosto muito dos produtos da Tubline, uso vários e nunca tive problema. Eu preferi comprar o assento a um simples cinto, pelo fato de que o cachorro quando volta de um passeio geralmente está com as patinhas sujas e acaba sujando todo seu banco.

O assento é super fácil para instalar, como mostra a imagem abaixo, que foi tirada do próprio manual de instrução.

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Chamo a atenção para a finalização com o cinto de segurança (passo 6). Vejo muitas fotos de pessoas usando esse assento sem passar o cinto pela alças na parte frontal do assento, o que faz a cadeira ficar com total falta de segurança, pois numa freada brusca ela pode soltar e ir parar na frente do carro.

O assento é feito de uma lona bem resistente e tem um zíper na parte da frente, onde você pode usar para guardar petiscos e saquinhos para recolher eventuais sujeiras. Tem várias opções de cores, e a pouco tempo foi lançado também o modelo Transpet One que é de couro. Aqui coloquei algumas das opções que temos.

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Nas instruções de uso, fala que deve ser usado com a coleira peitoral. Acredito que a melhor opção seja uma coleira em formato de 8, ela é um pouco difícil de encontrar, mas é a mais segura em caso de colisão ou freada brusca, pois não pega no pescoço do cão.

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Minha opinião sobre o produto é que ele é extremamente prático na hora de instalar, fica super compacto fechado, é bonito, adaptável e seguro, além de possuir ótima qualidade. Realmente superou minhas expectativas!

Você encontra em sites onlines e algumas pet shops. O preço fica em torno de R$ 70,00 à R$100,00.

Vale ressaltar que o motorista se sente bem mais seguro na hora de fazer curvas acentuadas do que se seu cão estivesse preso somente pelo cinto de segurança canino, pois ele poderia cair de mal jeito. Já na cadeirinha, fica com o espaço limitado.

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Espero que tenham gostado, qualquer dúvida deixe um comentário, que responderei com prazer! E não deixe de curtir nossa fanpage!

Qual tipo de coleira seu cão usa?

Minha mãe é louca por coleiras. Está sempre trocando as das cadelas dela e, com a chegada da Dina Nina, não poderia ser diferente: tanto a coleira de pescoço (usada apenas para colocar a medalhinha com nome e telefone) quanto a coleira peitoral (usada nos passeios) foram presentes da avó.

A primeira peitoral foi um modelo bem simples, já que a pequena ainda estava em fase de crescimento e logo não serviria mais. Dina usava para andar de carro (presa ao cinto de segurança canino) e para passear a pé, e durante 4 meses coube direitinho nela.

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Então veio a primeira troca! Nessa fase, eu já estava pesquisando mais sobre artigos pet e me apaixonei pela marca Puppia. Queria um modelo e uma estampa específicos (Puppia Argyle modelo B) e pretendia importar, mas qual não foi minha surpresa ao encontrar exatamente o modelo desejado numa Pet Shop da cidade? Na mesmo hora a Dina estava desfilando de coleira nova!

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E assim começou uma história de amor com a Puppia. Optei por uma coleira estilo colete/camisetinha, de excelente qualidade e bastante segura. Além dos fechos de velcro e plástico, quando se coloca a guia ela trava nas duas alças metálicas, impedindo de uma vez por todas que a coleira se abra quando não for desejado pelo proprietário.

Gostei tanto dessa peitoral que, quando foi preciso trocar, a escolhida foi uma exatamente igual, porém com tamanho maior! A vantagem é que não foi preciso trocar a guia para manter o padrão.

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À medida que os pelos da Dina foram crescendo, percebi que seria interessante também uma coleira mais ventilada, e me lembrei do modelo A, em forma de halter, que cobre apenas a barriguinha do animal (nas costas apenas duas faixas de nylon são vistas). Novamente procurei pela mesma estampa, mas não encontrei. No lugar, foi escolhida essa versão colorida, por combinar com a guia retrátil e com o clima de verão. A Dina adorou! Claro que ela adora tudo quando está no parque, mas em nenhum momento pareceu desconfortável com a coleira nova.

Como a Dina não estava presente para experimentar, o tamanho que trouxe (small) acabou ficando um pouquinho folgado pra ela. Mas fizemos vários testes e a coleira não se soltou em nenhum momento. Imagino que se um dia a Dina chegar a ficar bem peluda, esse novo modelo não irá atrapalhar em nada nem causar nós nos pelos dela.

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Aqui em casa, estamos todos satisfeitos com as coleiras escolhidas. Seja o modelo mais fechado, seja o mais aberto, ambos deixam a Dina confortável e muito bonita. E você? Qual coleira escolheu pro seu filhote? Conta pra gente!

Que tal um passeio?

Hoje vamos falar da importância dos passeios diários para nossos pets e para nós. O perfil atual da população brasileira é de residir em apartamentos. As pessoas e, consequentemente, seus bichinhos acabam ficando muito presos a esse ambiente.

Geralmente o que se ouve é que os donos não têm tempo para passear ou mesmo os animais só vão para um passeio para fazer suas necessidades. De certo modo, é egoísmo da parte do dono essa postura. Os bichinhos não pediram para entrar na nossa vida, que tal proporcionarmos uma vida a eles da melhor maneira possível?

Pequenos passeios podem ajudar tanto o dono como o animal. Por que para nós, donos, também?  Porque uma simples caminhada contribui para manter nosso organismo saudável, além de evitar ou diminuir o estresse, melhorar a autoestima, entre outras coisas.

E o mesmo acontece com o nosso pet! Ficar o dia inteiro trancado no ambiente de casa pode deixá-lo estressado e até desanimado. Nunca ouvi relatos de cães que não gostam do passeio, basta pegar a coleira e a euforia aparece. Com os passeios, você irá notar um cãozinho mais feliz e brincalhão, mais sociável e com mais disposição. O passeio ajuda a diminuir a ansiedade e o estresse, o que resulta num cão mais equilibrado.

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Com o passar do tempo, a maioria das pessoas foi adquirindo uma vida agitada e sem rotinas e isso gera a dúvida “ter ou não um pet?”. Posso afirmar que o dia a dia corrido não interfere em nada negativamente, mesmo nos dias em que trabalho 12hs sempre reservo pelo menos 20min para o passeio diário.

Outra opção que está crescendo são os passeadores, empresas que se especializaram em levar os mascotes para uma caminhada cobrando um valor mensal e garantindo o passeio dos bichanos da redondeza. Se você não tiver tempo, essa é uma boa solução.

E os passeios não se restringem apenas as pessoas que moram em apartamentos ou casas sem quintal. Mesmo quem tem um quintal amplo precisa levar seu cãozinho para passear! O fato de estar preso, ainda que com espaço para se movimentar, pode fazer com que o animal se estresse e pode atrapalhar na convivência com outros bichos ou ate mesmo com outras pessoas.

Especialistas afirmam que cachorros cansados são cachorros felizes. Nossa! E como isso é verdade. Cansar seu animalzinho o deixa alegre e saltitante.

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Em resumo, podemos citar que os benefícios de um passeio diário são:

  • Ajuda a evitar o estresse;
  • Exercita a liderança do dono em seu cão;
  • Aproxima o cão do dono, que entende serem amigos e fiéis companheiros;
  • Ajuda a manter a forma física do peludo;
  • Ajuda na saúde, prolongando seu tempo de vida;
  • Tranquiliza o animal;
  • Evita ansiedade, e, por consequência, diminui probabilidade de coprofagia, ansiedade de separação e destruição de objetos em casa;
  • Pode reduzir as brigas quando se tem mais de um cão em casa.

Ainda, devemos salientar que os passeios diários devem considerar a disposição de seu cão. Geralmente, braquicefálicos se cansam bem mais rápido do que demais raças, pois sua capacidade respiratória é limitada. Assim, começar com exercícios diários de 30min e ir aumentando gradativamente é o indicado, além de realizar as caminhadas em horários mais fresquinhos e sempre com água para saciar a sede. No verão deve-se tomar cuidados extras com o horário, pois com as altas temperaturas muitos cães podem queimar suas pantufas no piso quente. Indico que você sinta primeiro a temperatura do chão com seu pé descalço e caso esteja quente melhor não levar o pet ou utilizar sapatinhos apropriados. Sentar no banco da praça já vai entreter bastante seu bichinho.

Por fim, cães que apresentam problemas na coluna ou articulações precisam ter maior atenção e cuidados para que o problema não se agrave devido a exercícios intensos. Leve ao veterinário para uma pré-avaliação e se jogue no passeio diário. Analise seu tempo disponível, reserve uma parte dele para seu bichano, considere sua idade e temperamento e tenha ótimos momentos com seu amiguinho!

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Vamos passear na cidade maravilhosa?

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Passeio é bom e todo mundo gosta, a começar pelo seu peludo! Aqui no Rio de Janeiro, existem alguns bons destinos para passear com seu cãozinho. Alguns lugares são muito legais para um passeio em família. Juntamente com um grupo de amigas, organizamos alguns encontros de Shih Tzus, e alternamos nossos destinos em um desses lugares. É sempre muito agradável passear com os dogs e aproveitar para rever os amigos!

Um dos favoritos fica na Lagoa, zona sul da cidade, tradicionalmente conhecido como “parcão”. Ele é de fato um parque para cão, está localizado na altura do parque cantagalo. O Parcão é todo cercado e com dois portões para evitar qualquer problema de fulga, com chão batido de terra e onde os cães brincam sem guia ( e se sujam também rsrs). Com espaço suficiente para a cachorrada correr e se divertir, é sem dúvida um ótimo programa de domingo. Ele possui mais dois espaços, um reservado para quem não quer ficar no meio da agitação e o outro destinado para treinos. O parcão tem bancos, como se fossem de praças, e muitas árvores o que ajuda muito nos dias quentes. Sem falar do lugar lindo e maravilhoso que é a Lagoa e a sua vista deslumbrante! Para quem for de carro, o local possui estacionamento pago (R$ 2,00). Endereço: Av. Epitácio Pessoa – Lagoa (próximo ao parque Cantagalo e atrás do campo de beisebol).

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Um lugar muito tradicional, também na Zona Sul, é o Aterro do Flamengo! Um local amplo e democrático, espaço é o que não falta para um bom passeio e uma saudável caminhada. O local têm muita área gramada e uma vista maravilhosa! Nos fins de semana, as pistas são interditadas, deixando espaço liberado para atividades. Excelente para as manhãs ou fins de tarde.

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Outra dica, não muito conhecida para passeios caninos, mas é um lugar bonito e tranquilo de ir e passar uma boa parte do dia é o parque ‘Quinta da Boa Vista’, localizado na zona norte da cidade, no bairro São Cristóvão. Um lugar pouco divulgado, mas muito famoso pelo seu amplo espaço e sua beleza histórica, pois ela abriga  a antiga residência da Realeza. A Quinta é um lugar muito agradável e muito arborizado. Aos domingos costuma ficar bem cheio, mas nada que atrapalhe o seu passeio. Os cães só estão proibidos na área do Zoológico; durante o passeio eles precisam andar com a guia, podendo soltar apenas se não houver perigo para o seu cão ou para alguém.

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Aqui na cidade maravilhosa, existem outros destinos um tanto legais para sair com seu dog, mas logo mais à frente a gente volta com mais dicas e informações sobre os locais!

Vou viajar e agora?

1392093_717187934976165_345015635_nUm dilema que cerca a vida de muita gente, inclusive a minha, é o assunto viagem! Existem viagens que o nosso cãozinho é presença confirmada, mas há aquelas em que isso não será possível. E o que fazer? Com quem deixar? Ir ou não ir? eis a questão! Há quem seja muito radical e não viaje por um período longo por conta de não querer ficar longe do seu cão. Mas eu compartilho da opinião de que não precisa ser assim! Sabendo se organizar e fazer com que essa viagem seja o menos traumático para ambas as partes, é possível sim!

Recentemente passei por esse dilema, mas com uma boa estratégia consegui realizá-la com sucesso. Por isso resolvi compartilhar com vocês essa experiência. Meu marido e eu estamos com a pequena Melissa há 1 ano. Sempre que viajávamos a levávamos, até porque eram viagens curtas e havia a possibilidade de estar junto. Mas desde o início desse ano (2013) planejávamos fazer uma viagem um pouco mais longa e para fora do país no fim do ano (novembro), o que impossibilitaria de levar a nossa pequena. De início fiquei apreensiva, com medo dela sofrer com a nossa ausência. Até porque, mesmo acostumada a passar o dia sozinha (por conta do trabalho), ela sempre nos tinha por perto em algum horário. A viagem ia acontecer, assim como outras também virão, não tem como evitar; porque mesmo que a gente ame nossos peludinhos, algumas situações são necessárias. Então logo tracei uma estratégia:

Primeiro passo foi a escolha de onde a Mel ficaria, uma decisão não tão difícil, eu tinha poucas opções. Ou seria a casa dos meus pais, ou dos meus sogros ou da minha avó. E se por acaso nenhum deles pudessem eu abriria esse leque para outros parentes ou amigos. Mais os fatores mais importantes da escolha são: confiança e cuidado. Alguém que você confie e sabe que vai cuidar. Meus sogros iriam viajar na mesma época e meus pais toparam de cara. Não esperava nada muito diferente disso, porque mesmo relutantes com a história de um neto humano, eles meio que adotaram essa fofa como netinha preferida! rsrs

Segundo passo foi estruturar a estratégia. Porque não dava para simplesmente um dia antes da viagem deixar a Melissa com meus pais e pronto. Eu não saberia como ela se comportaria e se sofreria logo de cara. Por mais que ela os conhecesse, todas as vezes que ela esteve ou dormiu lá, ela estava em nossa companhia. Pois bem, a ideia foi acostuma-la aos poucos; era começar uma adaptação, fazer um “teste drive”. Eu iria começar em Setembro, mas por conta de uma cirurgia da mamãe eu resolvi adiar para Outubro (a viagem foi programada para a primeira semana de novembro). E este “teste” ocorreu em dois momentos no mês de outubro.

Terceiro passo, a execução! Eu a levei para ficar na casa dos meus pais, como já falei, em 2 momentos no mês de Outubro. O primeiro foi no início de Outubro, dia 3 (uma quinta), e ela ficou até o dia 6 (um domingo). A primeira noite, ela deu uma choradinha, segundo o relatório dos meus pais e irmãos (sim, perguntei a todos!), mas os outros dias, como eles brincavam bastante com ela, ela não ficou chatinha e nem amuadinha. Ela manteve um comportamento normal: comeu, bebeu e brincou, exceto suas necessidades, o xixi fez normal, mas prendeu um pouco o número 2 nos primeiros dias. O segundo momento foi no dia 19 (um sábado) e a busquei no dia 24 (uma quinta). Ela já estava mais acostumada e ficou super bem os 5 dias, sem atraso de necessidades ou qualquer outro problema. Da segunda vez senti que ela realmente estava em boas mãos e que ficaria muito bem no “pra valer”.

Organizei essa adaptação por dois motivos óbvios: o primeiro, porque queria saber como ela se comportaria sem estar no seu ambiente habitual. E o segundo porque queria que ela percebesse que isso não era um abandono, eu a deixaria, mas voltaria para busca-la. Nem preciso dizer que minhas dúvidas e questões foram sanadas. Até porque meus pais são pessoas que amam animais, inclusive eles são “pais” de um Labrador, o Sansão, no qual a D. Melissa queria mandar rs. Mesmo calminha e miudinha, ela se achava no direito de latir (seu latido feminino) para um Sr. Negão daquele tamanho. – Mel não late nunca, mas na casa dos pais ela se viu livre e na liberdade de soltar a voz.

Depois de toda preparação, finalmente chegou o grande dia de ficar umas semanas na casa dos avós. Ela foi dia 2 de Novembro e a busquei no dia 22 de novembro. Fiz uma lista de recomendações, deixei orientações quanto ao banho dela e telefones de emergências da Veterinária. Deixei também à veterinária sobreaviso, e a mesma, ficou à disposição para qualquer ligação dos meus pais.

Resumidamente: Escolha um local de confiança, faça uma adaptação gradativa e próxima a data de viagem, no máximo com 2 meses antes do grande dia. Deixe a veterinária que acompanha o seu filhote ciente de tudo! Porque qualquer problema ela saberá da real situação. Faça uma lista de recomendações, orientações e proibições (mesmo que sua mãe ignore rs), ela com certeza ajuda na rotina do dia a dia.