Pet Delícia – comida de verdade numa latinha

Ainda aguentam mais um post sobre Alimentação? 😉 Mas esse produto não podia ficar de fora, principalmente se seu cão está na Alimentação Natural, como o Tino.

A tal da latinha

A tal da latinha

Dia desses, estava dando uma olhada na parte de petiscos do pet shop onde compro a maioria das coisas do Tino, quando vi uma latinha com uma embalagem fofíssima, de um alimento chamado Pet Delícia! Sou formada em Comunicação, então uma embalagem bonita sempre ganha meu coração. Mas, porém, contudo, todavia, fui ver o que era meio descrente, achando que era mais uma dessas comidas cheias de corantes, conservantes, aromatizantes e outros “-antes” da vida. Qual não foi minha surpresa quando li “100% natural” estampado na latinha? Quase tive um troço!

Fiquei toda curiosa e fui ler os ingredientes: de fato, sem conservantes, sem corantes, só ingredientes “entendíveis”: sem farinhas de carnes, cascas de arroz, carcaças ou ossos moídos. Os mesmos que eu uso na alimentação do Tino e na minha própria, comida de verdade, mesmo! Alguns, inclusive, sem grãos. Os sabores, então, ganharam meu coração: Risotinho de Frango, Caçarolinha de Carne, Jardineira de Frango, Maravilha de Frango (para gatos) e Hipercalórica. Pronto, eu estava apaixonada por uma lata de comida.

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Levei o Risotinho de Frango (Eu amo risoto. Então, o Tino tem que amar também.) e a Hipercalórica, já que o Tino está um pouco magrinho. A composição e os alimentos são bem parecidos com o que ele come normalmente e a validade era bem pra frente, então resolvi deixar para uma emergência.

Um dia, estava no desespero porque não dava pra fazer a comida do Tino, e a porção estava incompleta. Então, a latinha do amor, vulgo Pet Delícia, entrou em cena. QUE CHEIRO MARAVILHOSO! Achei o cheiro simplesmente sensacional (e confesso: provei um tiquinho. É comida, poxa!) e o Tino também. Não sei como, mas ele sabe quando uma comida/brinquedo/pacote é pra ele. Uma lata corresponde ao que ele come em um dia inteiro, então coloquei metade. Pausa para a foto e o cão quase teve um troço de ansiedade. E o veredito? Ele amou! Devorou a Hipercalórica e ainda ficou um tempão lambendo o potinho. No jantar, mesma coisa! Ele também amou os outros sabores que provou: Risotinho de Frango e, na semana passada, a Caçarolinha de Carne.

Vai um risoto aí?

Vai um risoto aí?

Segundo o site da empresa:

“Nós acreditamos que a comida de cachorro deve ser preparada com ingredientes deliciosos, para que cada prato servido seja um ato de amor. Nós acreditamos que informações sobre nossos produtos devem ser simples e claras, evitando rótulos com nomes desconhecidos por aqueles que não são especialistas. Nós acreditamos que comida para animais de estimação deve não apenas ser apetitosa, mas dever cheirar muito bem . Hum, hum, snif, snif…Veja como a nossa comida realmente cheira muito bem! E nós acreditamos em dedicação e honestidade, para produzir em maior escala comida deliciosa e muito bem feita.”

No site, eles contam porque resolveram passar para a comida de verdade e de onde veio a ideia do produto Além disso, têm uma área de Dúvidas muito interessante. A comida é feita em uma cozinha em Copacabana, no Rio. Quem quiser, pode até ir conferir o local e ver como tudo é feito. Pode morrer de amores agora?

A latinha Hipercalórica

A latinha Hipercalórica

Entendendo os rótulos das rações

Então você já decidiu com qual tipo de ração vai alimentar seu filhote (super premium, premium ou standard). Mas, ao chegar na gôndola específica, são tantas as opções que se sente completamente perdido? Que tal tentar entender o que dizem os rótulos?

No Brasil, o órgão responsável pela regulamentação e fiscalização do setor de produtos destinados à alimentação animal é o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), conforme Lei n°. 6.198/74, que determina que os rótulos das rações devem conter os níveis de garantia do produto. O que é isso? Sabe aquela tabela que vem nas costas da embalagem, com vários itens e sua quantidade na ração? Lá você encontra os níveis de garantia do produto, ou, em linguagem mais simples, a quantidade de nutrientes presentes.

Vamos tentar entender o que significa cada item?

Proteína bruta (PB): quantidade mínima de proteína presente no alimento. As proteínas estão ligadas à formação dos ossos, músculos e estruturas nervosas. Opte por rações com pelo menos 18% de PB. Mas lembre-se de que quantidade não é qualidade, então é importante observar se a fonte de proteínas apresenta boa digestibilidade para o animal (carne é melhor do que penas ou farinha, por exemplo).

Extrato etéreo (EE): quantidade mínima de gordura presente na ração. É fonte de energia, importante para o crescimento e para a agregação de vitaminas, além de deixar o alimento mais palatável. Sugere-se um percentual mínimo de 8%.

Umidade (UM): quantidade de agua presente na ração. Em excesso, pode favorecer a proliferação de micro-organismos nocivos no alimento. Em pouca quantidade, deixa a ração seca e indigesta. Assim, o ideal é umidade entre 8% e 12%.

Matéria fibrosa (MF) ou Fibra bruta (FB): quantidade máxima de fibra presente no alimento. As fibras tem origem vegetal e não são metabolizadas pelo sistema digestivo do cachorro, embora auxiliem todo o processo de digestão. Fibras em quantidade elevada diminuem a densidade energética e podem levar à diarréia e/ou desnutrição, pois comprometem a absorção e a digestão de proteínas e minerais. Alimentos light, porém, podem ter maior quantidade de fibras. O ideal, para cães saudáveis, é MF entre 3% e 6%.

Matéria mineral (MM): representa as “cinzas” do processo de fabricação, não tendo nenhuma importância nutricional. Quanto menor a quantidade, maior o aproveitamento do alimento. Assim, procure por produtos com MM inferior a 10%.

Energia metabolizável (EM): representa a energia liberada pelo alimento assim que consumido. Rações de melhor qualidade necessitam de porções diárias menores para liberar maior quantidade de EM, pois usam ingredientes mais bem absorvidos pelos cães. Opte, portanto, por rações que exijam uma menor quantidade diária em gramas por porção. Procure por alimentos com EM acima de 2.900 cal/kg.

Além desses itens, há outros que podem constar na lista, como vitaminas e minerais específicos, variando conforme a ração. O importante é procurar por um produto dentro do que foi sugerido, pois assim você garante o melhor para seu peludinho.

Exemplos de níveis de garantias de algumas rações disponíveis no mercado nacional

Exemplos de níveis de garantias de algumas rações disponíveis no mercado nacional

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O potinho sempre cheio!

No corre corre do dia a dia, é cada vez mais comum ver donos de peludinhos preocupados em como farão para dar comida ao seu amiguinho. A preocupação é ainda maior quando o animal for passar um longo período sozinho, o que acaba fazendo com que os papais e as mamães optem por deixar a ração sempre disponível para que seu filhotinho possa comer quando tiver vontade e não passar fome. E esse é um dos maiores erros que vejo com frequência, sendo prejudicial ao bichano.

O animal também precisa de rotina e regras na alimentação. O shih tzu é uma raça que, pelo que venho percebendo, vem apresentando inúmeras fragilidades que podem agravar com o simples fato de você não criar a rotina adequada para alimentação.

A ração sempre disponível deixa de ser atraente ao animal por fatores psicológicos e comportamentais (por simplesmente estar sempre disponível) e, não estando devidamente guardada, os grãos ficam menos crocantes, perdem o cheiro e o sabor e assim o peludo passa a procurar cada vez menos.

Outro fator prejudicial é o fato de que o peludinho não tem noção de quanto é necessário comer. Assim, pode o seu animalzinho estar comendo a mais ou a menos sem necessidade, propiciando um quadro de desequilíbrio de nutrientes e provocando problemas mais graves.

Sem contar que deixar em casa alimento – sim, não esqueça que trata-se de alimento! – destampado chama barata, formigas e afins… Nem preciso mencionar que isso faz mal para sua residência e para o próprio amiguinho, que comerá algo contaminado.

Por fim ainda posso apontar que deixar disponível a ração permite que o animalzinho coma quanto e quando quiser, passando longos períodos sem ingerir nenhum alimento e causando problemas gastrointestinais.

O ideal é seguir a quantidade indicada no verso do pacote da ração e dividi-la em duas ou três porções. Eu sei, parece tão pouquinho… Não é! Acredite, o seu cãozinho estará melhor alimentado caso haja essa preocupação e terá uma alimentação que satisfaça a todas as suas necessidades e, de quebra, prolongue sua vida e os momentos felizes ao seu lado. Se você não puder estar sempre presente para oferecer a ração nas horas definidas, pode recorrer aos comedouros automáticos ou estipular horários em que haverá alguém para alimentar seu filhote.

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Tipos de Ração – Super Premium, Premium e Standard

Ração, inicialmente, parece algo bem simples. É só ir a um Pet Shop ou mercado, escolher alguma da prateleira, chegar em casa e servir, pois já vem pronta.

Todavia, sabemos que está longe de ser simples assim. Existem inúmeras rações diferentes (filhotes, adultos, alta energia, diet, terapêutica, tamanho do cão, etc) que são classificadas de acordo com o coeficiente de digestibilidade, ou seja, a quantidade de nutrientes da ração que são efetivamente absorvidos pelo animal. Premium? Super Premium? Standard? O que significa isso?

 

SUPER PREMIUM

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Esse tipo de ração teve origem na década de 90, e a marca Premier Pet foi a pioneira no Brasil. São rações balanceadas com composição ideal para os animais, tem elevada digestibilidade e são usados ingredientes nobres em sua composição. As proteínas são de origem animal (como carne bovina, frango, peixe e outros) ou, em alguns casos, vegetais de melhor absorção. São super concentradas, com isso, uma pequena quantidade ingerida pelo cachorro, já o deixa saciado. E como são rações muito bem absorvidas, a quantidade de fezes também é menor.

Em uma ração que contenha proteína de frango, por exemplo, ela pode ser extraída dos pés, das vísceras, da carcaça ou da carne propriamente dita. Em todas essas partes existem proteínas, porém a proveniente da carne propriamente dita tem a qualidade superior.

Muitas das vezes achamos a ração Super Premium muito cara, mas precisamos pensar que o animal irá estar com suas necessidades nutricionais 100% satisfeitas e assim não adoecerá facilmente, diminuindo gastos com o veterinário. Uma solução é comprar sacos maiores de 7kg ou 15kg, pois quanto maior o saco, maior a economia. Aí basta armazenar direitinho, fechando bem, deixando num lugar arejado e fresco (longe da incidência de luz) e evitando de ficar abrindo toda hora, não haverá problemas.

Algumas Rações Super Premium: Royal Canin (Royal Canin), Guabi Natural (Guabi), Equilíbrio (Total), Pro Plan (Nestlé Purina), Premier Pet (Premier Pet), Eukanuba (IAMS), Hills Science Diet (Hill’s), Wellness (Nutron), Cyno (Cyno)

PREMIUM

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No Brasil, teve origem na década de 80. O coeficiente de digestibilidade é alto, em torno de 80%. Também é uma boa ração, também possui um balanceamento ideal, porém utiliza uma maior quantidade de proteína vegetal em sua formulação. Com isso, o cão irá precisar de mais quantidade de ração para se sentir saciado e a quantidade de fezes irá aumentar. O preço é menor por não usar a melhor matéria prima, se comparada às super premiuns.

Algumas Rações Premium:  Max (Total), Game Dog (Cyno), Foxy (Provimi), Golden Fórmula (Premier Pet), Faro (Guabi), Tutano (Nutron), Pedigree (Effem), Dog  Chow (Nestlé Purina)

 

STANDARD

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Essas rações também são balanceadas, tanto que são chamadas de rações de manutenção. Entretanto a qualidade da proteína utilizada é bem inferior, geralmente vegetais com pouco aproveitamento e subprodutos animais (como chifre, penas, bicos, casco, farinhas de carne e outros). Os cachorros vivem perfeitamente bem com essas rações, só precisarão ingerir um volume muito maior para adquirir os nutrientes na quantidade necessária, já que o coeficiente de digestibilidade é mais baixo (60%), o que implica em aumento no volume das fezes. Essas rações geralmente possuem uma grande quantidade de palatabilizantes, corantes e conservantes. São encontradas facilmente em supermercados e outros locais de comércio não especializado.

Algumas Rações Standard: Champ (Effem), Bonzo (Nestlé Purina), Delidog (Nestlé Purina), Frolic (Effem), Herói (Guabi), Lider Chips (Total), Nero (Total), Karina Premium (Nestlé Purina).

Há, ainda, uma outra categoria de ração, chamada de combate ou econômica. São produtos de qualidade inferior, com baixo coeficiente de digestibilidade (em torno de 45% a 50%), em que a fonte de proteínas é quase integralmente de origem vegetal. Desse modo, a maior parte do alimento acaba não sendo absorvido pelo cão, que vai eliminá-lo nas fezes. Em alguns casos, o animal pode apresentar disenteria, o que aumentará as visitas ao veterinário e gastos com a saúde.

Essa divisão, embora de conhecimento geral, ainda não é regulamentada por nenhuma legislação específica. Trata-se, apenas, de uma sugestão da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), antiga Anfalpet, órgão que representa a indústria pet e se divide em Pet food (alimentos veterinários), Pet vet (medicamentos veterinários) e Pet care (equipamentos, acessórios e produtos para higiene e beleza dos peludos).

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Falta de apetite, o que fazer?

A gente sabe o que o estado normal dos cães é querer comer tudo e mais um pouco. Mas, por incrível que pareça, a falta de apetite é também uma situação bem comum para alguns cães – eu mesma já ouvi diversos relatos. Aqui em casa, passamos por uma fase assim: a Melissa sempre foi chatinha para comer e chegou a ter perda de apetite, o que me obrigou a tomar algumas atitudes diferentes. É muito importante considerar se essa anorexia não vem acompanhada de nenhum outro sintoma como apatia, falta de interação, sem vontade também para fazer outras atividades, diarréia e sintomas mais alarmantes, porque com nesse caso será necessário uma orientação veterinária e exames mais detalhados para entender o problema.

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A falta de apetite é um caso comum, podendo acontecer com qualquer cachorro e por motivos diversos. Assim como a gente, os cães também tem preferências por alguns alimentos. Porém, se o seu cão não quiser comer a ração (especificamente), não é conselhável complementar com frutas ou petiscos, pois isso só estimula o animal a não comer a ração, pois saberá que tem algo “mais gostoso” caso fique sem comer. Também não se recomenda incrementar com opções molhadas, como sachês.

Quando a Mel veio para minha casa, ela comia Royal Canin específica para Shih Tzu, mas pesquisei bastante e decidi que daria Premier (também específica da raça) e logo fiz o processo de adaptação. Ok, foi tudo lindo e ela amou a nova ração! Mas quando entrou no cio, com 6 para 7 meses, ela mudou a forma de se alimentar, parecia não ter apetite e parecia enjoada da ração… Mesmo sendo um dos sintomas chatos do cio, ela pulava refeição e isso me deixava muito preocupada. Precipitadamente ou não, resolvi mudar e passei a oferecer a Royal Canin novamente, por ser novidade ela parecia gostar e comia um pouco melhor. Todavia, ao completar 10 meses, ela voltou a ter a mesma queda de apetite :/ E lá fomos nós novamente quebrar cabeça…

Aos 10 meses, dependendo da ração oferecida, você já pode iniciar a troca do alimento infantil para o adulto. Como o momento era oportuno, foi o que fiz. Mas antes de mudar usei algumas técnicas como a técnica dos 5 minutos: assim que colocava a ração pela manhã, dava 5 minutos e, se ela não comesse, retirava o pote de ração. Esperava mais 5 minutos e oferecia novamente. Isso é bom para saber se é apenas um capricho do peludo ou se realmente a ração não agrada mais. Tinha dias que a técnica funcionava, tinha dias que dias que não… Com essa técnica é possível mostrar ao cão que a ração não está disponível e, se ele não comer naquela hora, ficará sem. Mas infelizmente eu não tinha tempo de ficar indo e vindo com a ração e nem queria deixá-la sem alimento, porque trabalho e ela fica sozinha durante o dia. Então às vezes  eu chegava em casa e a ração estava intacta, mas mesmo assim mantinha a quantidade ideal no pote pela manhã.

Foi quando resolvi partir para fase de testes. Isso mesmo, fui testar as rações (algumas super premium do mercado). A Hills foi a primeira delas, consegui uma amostra grátis e fiquei uns 3 dias na tentativa e nada. Além de misturar, também ofereci as rações (a Royal e a Hills) em potes diferentes e não consegui agradar. Depois testei a Proplan Sensitive Skin, que possui uma ótima proposta de alimentação, é rica em ômega 3 e 6, e é recomendada para cães de pele sensível (tipo os shih tzus). A Mel até comeu um pouco dela, mas os grãos eram grandes e sentia uma certa dificuldade na mastigação por conta disso. Foi quando decidi que teria de ser uma ração específica para a raça, pois os grãos são mais adequados. Voltei para a Premier, só que fase adulta, e ela simplesmente amou.

Minha solução foi aliada aos testes para agradar o paladar e finalmente consegui. Posteriormente busquei orientação da veterinária para uma vitamina, ela receitou uma que ajudaria a repor os nutrientes necessários e fortaleceria o apetite. Atualmente a Mel tem 2 anos e 2 meses e desde os 10 meses ela não teve mais a queda de apetite. Muitas das vezes isso é apenas uma fase, alguns cães eventualmente passam por ela – se seu amiguinho vier a passar, tenha paciência.

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Separei algumas dicas que me ajudaram bastante:

  • Não oferecer complemento alimentar (frutas, petiscos, etc), isso pode reforçar o cão a não comer a ração.
  • Não dar muita importância ao cão quando ele não come (exemplo: ficar ali perto dele conversando), pois isso só reforça que, se ele não comer, você estará ali do lado dele.
  • Nunca dê ração na boca. Isso só deixa o cão “cheio de vontades”.
  • Pode oferecer brinquedos interativos que deem para colocar ração, como o Kong Wobbler e a Pet Ball. Você estimula o cão e ele se alimenta de forma divertida!
  • O ideal é não deixar comida à vontade. Se for preciso fazer, que seja a quantidade ideal, nunca um exagero de alimento (exceto em caso de necessidade).
  • Tenha paciência e persistência.

 

Obs.: Que fique claro que este post não é uma divulgação de alimentos e sim um relato de um problema pessoal.

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A escolha do Pet Shop

Atualmente o número de adeptos ao banho em casa vem aumentando, mas ainda existem muitas pessoas que não tem tempo, habilidade ou vontade de dar banhos em casa. Daí surgem dúvidas como “Em qual pet shop devo levar?” ou “Qual o melhor pet shop?”

Confesso que neste post não darei a solução a essas perguntas, mas pretendo mostrar o melhor caminho para achar um pet do seu gosto. Vamos lá!

O primeiro passo é visitar o máximo de pets possíveis, pois cada pessoa tem sua preferência. Eu mesma prefiro um pet que trate os cães com um certo carinho e que tenha vidro onde você possa acompanhar o banho.

O segundo passo é conversar e conhecer o espaço, se possível falar com os banhistas e tosadores. Fique presente em pelo menos um banho completo de seu cão, mas lembre-se de não ficar chamando ou agitando o cachorro enquanto ele toma banho. Isso atrapalha o banhista e o tosador, e você não conseguirá ver como o cão será tratado sem a sua presença.

Após o banho é importante verificar se seu cão não esta com algum machucado ou se terá alguma reação aos produtos utilizados. E, se no primeiro pet não der certo, não tenha medo de tentar em outros locais, afinal só saberemos o que é melhor para o nosso animalzinho testando.

A Thalyta também leva o Mylow em pet shop. Como será o local em que ela leva?

“O Mylow vai uma vez ao mês ao pet fazer a tosa bebê. Já passei por dois lugares diferentes. O primeiro lugar onde levei foi na própria clinica veterinária e, como lá não é aberto, só é permitida a entrada de funcionários no local. Assim, o dono não pode acompanhar o cão, o que não me deixava satisfeita… Ainda bem que o Mylow voltava hiper feliz! Além disso, nunca tive problemas com a tosadora e ele demostrava um imenso carinho por ela. Então fui apresentada a  um Pet Shop como manda o figurino, com espelhos, câmera e total segurança, mas justamente nesse houve um erro gigante do tosador: por mais que eu tenha enfatizado que não era para cortar o bigode do Mylow, ele cortou! A minha solução foi voltar para o antigo, que ele frequenta na base da confiança, mas toda vez que meu peludo volta faço uma revisão total do corpinho. E em ambos faço questão de saber se a temperatura da água é morna.”

A Alice também tem sua preferência e irá nos contar sobre o pet shop aonde leva a Dina Nina:

“A Dina Nina vai quinzenalmente ao pet shop para banho e hidratação. Uma vez por mês, é feita a tosa higiênica. O pet shop fica numa clínica veterinária, o que algumas pessoas não recomendam pelo medo de se misturar cães sadios com animais doentes. No caso da Dina, porém, nunca vi essa interação, já que o local possui três andares, sendo um dedicado ao banho e tosa e os outros a consultas e internações (atendimento veterinário).

Sou daquelas que me preocupo mais com a qualidade dos serviços prestados do que com a sofisticação do ambiente. A Dina se dá bem com o banhista, sempre volta alegre e cheirosa e nunca apresentou qualquer alergia aos produtos usados. Percebo que é querida pelos funcionários do local e acho uma grande vantagem que todos conheçam seu histórico de saúde.”

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Três tipos de Dietas Caseiras para cães

Como já expliquei neste post, o Capuccino não come ração. Foi uma opção que eu fiz quando ele estava começando a troca de dentes e estava um pouco chato para comer, mas não só por esse motivo. A alimentação natural ajudou muito nos problemas de saúde que ele tinha na época, aliada à homeopatia.

Quando decidi mudar, tive que escolher também uma “modalidade”. A Alimentação Natural pode ser oferecida de mais uma forma. Várias, na verdade. Tem dieta cozida, AN do Cachorro Verde com e sem ossos, BARF (Biologically Appropriate Raw Food), RMB (Raw Meaty Bones), Prey Model… São muitas opções, cada uma com sua particularidade, sua forma de preparação e sua necessidade (ou não) de suplementação. Não há um consenso sobre qual seria a mais correta e todas cumprem a função de alimentar o cão ou gato da melhor forma possível, caso seguidas corretamente.

As Dietas Caseiras para Cães orientadas no site Cachorro Verde (minha fonte principal de pesquisa e recomendação da veterinária do Tino) se dividem em três tipos: Alimentação Natural Crua e Com Ossos, Alimentação Natural Crua Sem Ossos e Dieta Cozida.

 

Alimentação Natural Crua e Com Ossos

Essa é a mais natural dos três tipos. O objetivo dela é simular a presa que o antepassado lobo do seu Totó comeria na natureza: ossos crus, carne desossada crua, vísceras cruas e vegetais cozidos ou liquidificados. Além disso, precisa complementar com sal iodado e um óleo vegetal de boa qualidade. Ela é mais prática, mas exige um certo planejamento, já que as carnes, ossos e vísceras devem ser congelados por alguns dias antes de serem servidos, para inativar parasitos. Além dos benefícios de uma dieta caseira, ela ainda combate o tártaro e estimula mentalmente o cão, por conta dos ossos crus. Ela também é uma ótima opção para cães com cropofagia, já que as fezes se tornam menos atraentes para eles. No caso de shih tzus, no entanto, talvez os ossos precisem ser moídos, em funcão do focinho achatado. É sempre bom ver a opinião de um veterinário mais inteirado do assunto.

Alimentação Natural Crua Sem Ossos

Com essa modalidade fica mais fácil variar as carnes, já que ela não está presa aos ossos carnudos. No entanto ela não previne o tártaro e requer adição de cálcio, facilmente feita por pó de casca de ovo, que dá até pra fazer em casa! Também é preciso adicionar sal iodado e óleo vegetal.

Dieta Cozida

Essa é a que o Tino come (mas estou querendo passar para a AN Crua com Ossos). Nela, como o próprio nome já diz, os alimentos são oferecidos após serem cozidos. Assim como as outras modalidades, ela protege o sistema urinário e os rins, por ter beeeem mais água que a ração. Essa dieta é composta por carnes cozidas, vísceras cozidas, carboidratos (SEMPRE cozidos) e vegetais cozidos ou liquidificados. Além disso, requer suplementação de cálcio, sal iodado e um bom óleo vegetal.  Essa modalidade dá um pouquinho mais de trabalho, pois é preciso cozinhar quase tudo, quando não tudo. O cozimento deve ser feito no vapor, em pouquinha água, refogado em óleo de coco ou azeite (só um fio!) ou no forno. Das três dietas explicadas no site, essa é a mais palatável. Ou seja: animais mais chatinhos para comer vão aceitar melhor a Dieta Cozida.

 

Nas três modalidades é importante calcular bem as porções, de acordo com o peso do peludo. Uma balança de cozinha é indispensável. Além disso, é imprescindível variar os alimentos, buscando incluir peixes e ovos semanalmente, para garantir a variedade da dieta. E nunca é demais repetir: alimentação natural é coisa séria! Deve ser bem estudada, preparada com muito cuidado e pesando as porções direitinho. Caso não tenha tempo/disposição, continue na ração.

Para mais informações, dê uma olhada no Cachorro Verde, lá tem tudo bem mastigadinho! E não esqueça de curtir nosso facebook, para saber quando tem post novo!