Você tem preguiça da hora de secar?

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Hoje venho dividir com vocês uma das melhores compras dos últimos tempos: um suporte para secador. Sempre sofri para secar o Mylow, e, quando a Jolie chegou, – nossa! – eu simplesmente ficava acabada depois dos banhos. Foi então que me deparei com esse utensílio na internet e não hesitei em comprar. Achei o preço justo, comprei numa grande rede de loja online por R$109,90.

Na hora da secagem, Mylow e Jolie ficam super agitados, mas essa agitação não dura nem 5 minutos, e logo depois caem num sono profundo – e é nessa hora que o suporte faz toda diferença.

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A instalação do suporte é super simples. Ele vem com um manual de instruções que informa ser de necessária importância molhar a borracha de fixação antes de cada uso. Então basicamente é retirar da caixa (que vale dizer que é super compacta), molhar a parte da borracha e escolher um lugar liso onde possa ter aderência, como azulejo, vidro, armário, parede, espelho, etc. Feito isso, você irá posicionar e movimentar a alavanca toda para baixo, como ela é meio durinha, você precisará fazer uma forcinha extra. E então basta encaixar seu secador e relaxar o braço!

Só deixo o alerta de não fixar o suporte em vidros ou espelhos finos, que não aguentem peso. Meu secador é bem pesado, juntou com o peso do suporte e quebrou o espelho da cama, onde estava posicionado.

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Sabe do que mais gosto nesse suporte? Em primeiro lugar, de não ter que ficar com o braço levantado! Mas também adoro o suporte porque com ele consigo ir penteando meus cães durante a secagem. Geralmente em pet shops os banhistas/tosadores trabalham assim, e pude perceber que desse modo os nós saem mais fácil, e a pelagem fica bem mais bonita e disciplinada.

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Coloquei essa imagem para demonstrar como faz diferença: na figura do meio apenas sequei, e na última fui penteando e secando. O cachorro já termina a secagem pronto. É super prático!

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Troca de dentes dos filhotes!

Depois da chegada do filhote, da sua adaptação ao novo ambiente e do ciclo completo de vacinas, começa uma nova fase de novidades: a troca de dentes. Ela ocorre por volta, mais ou menos, do quarto ao sexto mês de idade de todo filhote. Eles irão trocar os dentes decíduos (dentes de leite) pelos dentes permanentes. Os dentes da fase inicial são finos, pontiagudos e machucam com mais facilidade – quem nunca se machucou nas brincadeiras com seus  pets?! Já os dentes permanentes são maiores, mais resistentes e serão os dentes definitivos por toda a vida do animal e, por esse motivo, requerem cuidados diários.

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Mas muita atenção: durante a fase de troca de dentes, o pet ficará mais sensível, toda sua gengiva ficará mais dolorosa e isso implicará na alimentação, deixando o animal mais seletivo com os alimentos justamente por esse desconforto causado pela perda dos dentes antigos e pelo nascimento dos novos. Nessa fase inicial da troca (somente nessa fase), assim que você perceber uma certa dificuldade na alimentação, o ideal é amolecer um pouco a ração, o que pode ser feito de duas formas: adicione um pouco de água e aqueça no micro-ondas ou só acrescente água mesmo. Eu optei por acrescentar água geladinha. Porém, na fase final da troca de dentes, o ideal é manter somente a ração seca para que haja estímulo na arcada dentária e mandíbula.

Normalmente não encontramos os dentes trocados, eles somem na mastigação, mas eu ainda cheguei a pegar alguns caídos pelo chão e um com o qual a Mel estava brincando. Nessa fase também é bem comum a presença de mau hálito e eventual sangramento na gengiva, e situações como apatia temporária, por conta da dor. Entretanto, na maioria dos casos, o cão fica super bem, as únicas partes unânimes são a dificuldade na alimentação e um super mau hálito rs.

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Dentição de tubarão também é bem frequente, trata-se da presença de dentição dupla, e ocorre quando a troca não acontece totalmente, e ficam duas filas de dentes (a antiga e a atual). Fique tranquilo, com o tempo os dentes de leite vão caindo. Mas, caso isso não ocorra até a fase adulta, procure um veterinário.

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Uma dica muito importante é começar a escovação dentária antes mesmo da troca dos dentes, condicionando o seu pet a já se acostumar com esse cuidado diário. Assim você evita o acúmulo tártaro. Invista na compra de brinquedos de plásticos para que ele possa coçar a gengiva e morder.

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Tosa Higiênica

Olá, pessoal! Já conversamos sobre tosa bebê e agora queremos falar sobre uma tosa muito importante e que todo cão, principalmente os de pelagem longa, precisa fazer: a famosa tosa higiênica.

Trata-se basicamente de uma tosa para fazer a limpeza do excesso de pelos do cão. No caso do Shih Tzu, consiste em limpar patas, barriga e genitálias. Vamos falar de cada parte:

Patas: 

Nas patas a tosa pode ser feita de duas formas, sendo a primeira a tosa simples e a segunda a tosa poodle. Costumo fazer a tosa comum, em que o tosador (ou até mesmo o dono em casa) apara os pelos entre as almofadinhas das patas e arredonda os pelos em volta das unhas. A cada 15 dias ou mais também é feito o corte das unhas.

Barriga:

Na barriga também existem duas formas de tosar: a tosa comum e a tosa gestante.

Gosto de fazer tosa gestante no verão como uma forma de aliviar um pouco o calor. Nesse caso, é tosada toda a área dos seios do animal, deixando-os a mostra, o que facilita para os filhotes encontrarem as mamas e evita que comam os pelos.

Já a tosa comum é feita de acordo com o sexo do cão. No caso do macho, cortamos um pouco a mais do que na fêmea. Aparamos cerca de dois dedos, sendo utilizada uma máquina de tosa no pet shop (mas em casa podemos cortar com a tesoura mesmo).

Genitais:

Essa parte é um pouquinho mais complicada. Também muda de acordo com o sexo do cão.

-Macho: tiramos o excesso de pelo do pênis, do saco escrotal e do ânus. Como já disse acima, em pet shop é usado uma máquina de tosa, mas todo esse processo pode ser feito em casa. No bumbum pode ser feita a tosa comum (aparando cerca de um ou dois dedos ao redor do ânus) ou uma tosa mais cavada (em que se apara um pouco mais de três dedos da parte de baixo do ânus). Prefiro tirar mais da parte debaixo porque o coco costuma grudar nos pelos.

-Fêmea: tiramos o excesso de pelo da vagina e do ânus, sendo que em fêmea a tosa é cavada pelo fato de elas fazerem xixi agachadas e a vagina ser mais próxima do ânus.

 

Para cães de pelagem longa, alguns pet shops acrescentam como parte da tosa higiênica a remoção de excesso de pelos do bigode, do rabo, da cabeça e do corpo.

Bigode

É retirado todo excesso de pelo da trufa e próximo ao olho. Eu, particularmente, não gosto que retirem os pelos do bigode. Caso você não queira que cortem, sempre avise ao banhista ou tosador com antecedência.

Rabo

É retirado todo o excesso da ponta da cauda, deixando a cauda arredondada.

Cabeça

É retirado o excesso abaixo da cabeça e nas orelhas, também deixando a região arredondada.

Corpo

É retirado o excesso de pelos da ‘saia’, deixando toda a área entre as patas dianteiras e traseiras igualadas.

Toda essa parte final pode ou não ser considerado tosa higiênica, isso depende do pet shop e do tosador.

Lembrando que tudo o que você quiser a mais ou a menos precisa ser conversado com o seu tosador de confiança.

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Resenha Intensive Mask PetSmack

PhotoGrid_1408456560768Você conhece o Intensive Mask com extratos de buriti e abacaxi, uma máscara de hidratação da PetSmack? Segundo o fabricante, o produto confere ação hidratante, nutrição celular e antioxidante, além de controlar a oleosidade da pele. Promete, ainda, um penteado macio, efeito antifrizz e redução de volume.

O que eu percebi: realmente o produto cumpre suas promessas, deixando a pelagem mais fácil de pentear mesmo após alguns dias. O volume fica visivelmente menor. O resultado é mais perceptível a partir do segundo banho. Outra vantagem dessa máscara é o tempo de repouso no pelo de apenas 5 minutos.

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Como todo produto, as precauções são evitar o contato com olhos, boca e narinas. Caso entre em contato, lave com água em abundância e, caso haja irritação, suspenda o uso e procure o seu veterinário. 

 

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Alimentação natural: o que é e como o Capuccino entrou nessa!

Muitas vezes, as pessoas me olham como se eu fosse louca, quando digo que o Tino não come ração.

-Nem na janta?

-Não.

– Nem um pouquinho?

-Não.

-Nada nada nada?

-Não.

Nessa hora, as pessoas ou me dizem que estou matando meu cachorro, ou ficam encafifadas com essa decisão. Afinal, sempre nos dizem que a ração é completa e a melhor opção para nossos peludos, certo? Depende. Se feita com atenção e responsabilidade, seguindo corretamente as orientações de veterinários nutrólogos, ela pode ser muito melhor que qualquer ração super premium.

Deita!

Deita!

O que é a Alimentação Natural

A alimentação natural é uma dieta caseira e balanceada para cães e gatos, uma comida saudável, fresquinha nutritiva e saborosa. Não é separar um pouquinho da sua comida para o seu cão. Muito menos dar os restos da sua comida para ele.  Ela deve ser calculada de acordo com o peso do seu pet e todas as porções diárias devem ser pesadas.

A grande referência à Alimentação Natural que encontrei foi o site Cachorro Verde. Famoso até entre quem alimenta seus cães com ração (todo mundo já chegou até o site, procurando saber se aquela fruta, que o Totó comeu escondido na festa, podia mesmo!), o site é escrito pela veterinária nutróloga Sylvia Angélico.  Sempre segui as orientações do site e minha veterinária me indicou exatamente ele, quando falei que queria trocar a alimentação do Tino.

O Cachorro Verde trabalha com três modalidades da dieta: a Dieta Crua com Ossos, a Dieta Crua Sem Ossos e a Dieta Cozida. Nas duas primeiras, as carnes são congeladas para inativar parasitos. Na terceira, a profilaxia é feita através do cozimento.

Na Alimentação Natural, os cães comem porções compostas por carnes, vísceras, legumes (que devem ser cozidos ou liquidificados, para absorsão dos nutrientes) e carboidratos, além de complementos como iogurte, levedo de cerveja, azeite e pó de casca de ovo (no cado de dietas sem ossos). É muito importante variar os alimentos dentro desses grupos, para garantir nutrientes diversos e torná-la uma fonte completa de tudo que seu cão precisa.

Se elaborada corretamente, a dieta atenderá a todas as necessidades nutricionais do seu peludo. Antes de iniciar a transição, verifique se seu animal está saudável e deixe seu veterinário informado da mudança na alimentação do seu peludo. Caso prefira, a Dra Sylvia Angelico oferece consultas à distância, via Skype, ou presenciais, em São Paulo.

E o Tino nessa história?

Quando filhote, o Tino teve alguns probleminhas de saúde. Primeiro, foi a otite.  Depois, sarna demodécica, umas feridinhas na pele que aparecem quando a imunidade do cão não está lá essas coisas.

Nessa época, veio a primeira consulta veterinária (e o primeiro rombo no orçamento! hahahaha). Fui em um pet shop/clínica próximo a minha casa, no qual o antigo (nem tão antigo assim, mas ele já não era vivo…) cão da minha tia se tratava quando havia necessidade. A otite foi até tranquila de tratar, apesar da luta diária para a aplicação do remédio. Já tratamento padrão para demodicose, feito com um remédio tóxico e bem forte, não mostrou resultados no tempo esperado. As aplicações viravam um evento lá em casa, abrindo todas as janelas, praticamente interditando a área de serviço para passar o  remédio e organizando quase uma operação de guerra para sair imediatamente para passear assim que terminasse, para distrair o Tino e evitar que ele se lambesse. E não adiantou. Algumas bolinhas sumiram, mas outras continuavam no meu gordinho. Insatisfeita com o tratamento, busquei outras abordagens e achei referência a casos de sucesso tratados com homeopatia e alimentação natural. E foi aí que me joguei de de cabeça nesse mundo (com o Tino no braço, claro), e é a forma como “trato” qualquer problema do Tino até hoje.

A veterinária nova super apoiou a troca e eu já vinha estudando o site Cachorro Verde há alguns dias. Então, como a ração estava acabando, resolvi iniciar a troca. Durante uma semana, você mistura ração  comida, aumentando a quantidade de alimenação natural e diminuindo a de ração progressivamente. Ao final dos sete dias você inclui os complementos, um por dia, e começa a variar os alimentos (um por dia também).

O Tino simplesmente ADOROU, e fica super feliz na hora das refeições (coisa que não acontecia com a ração). E para quem dizia que, se ele precisasse comer ração por algum motivo, isso seria um problema: Tino DEVORA rações alheias nas casas de outros cães, fico até com vergonha!

Hora do jantar!

Hora do jantar!

Coça, coça, coça: até quando é normal?

Que os cães tem mania de ficar se coçando, isso já se sabe, mas então quando passa da normalidade e devemos nos preocupar com as coceiras? Muitos donos ainda pensam apenas em pulgas e carrapatos, mas atualmente já se percebe com mais frequência diagnósticos de dermatite alérgica, que precisam de atenção redobrada.

Em casa presenciei a agonia da Yuppie e procurei um veterinário após perceber a região ao redor dos olhos e a parte interna da orelha bastante avermelhados: a pele estava grossa e quente e ela visivelmente incomodada, lambendo muito as patas e coçando incansavelmente a região dos olhos e ouvido. O jeito foi iniciar o tratamento imediatamente e cortar tudo aquilo que poderia ser a causa.

A veterinária, quando nos recebeu, já foi explicando que shih tzu era uma raça com imensa propensão a alergias e que, afastada a possibilidade de fungos ou sarna, certamente se tratava de dermatite alérgica e, portanto, iniciaríamos nossa pesquisa para descobrir o que causava alergia na minha fofinha.

Confesso que não me assustei e nem achei um bicho de sete cabeças, pois eu mesma sou alérgica às coisas mais banais e até já me acostumei, por exemplo, a não ingerir frutos do mar e uma infinidade de remédios, já apresentei hipersensibilidade a determinadas marcas de ketchup e trigo, já passei uma fase sem chocolate, ovo de galinha e corantes… E sim, estou vivinha, ou seja, super possível uma pessoa conviver assim. Então, conclui que pra minha peludinha não seria difícil.

Assim como nos humanos, a alergia não tem cura, o paciente apenas deve deixar de ter contato com o que lhe provoca a hipersensibilidade do sistema imunológico (e abro um parêntese para dizer que algumas doutrinas defendem que o sistema imunológico pode variar quanto a sua tolerância, apresentando reações diferentes em determinadas épocas. Mas aí entraríamos em outro campo de estudo e que eu realmente não domino). Certo é que, nós, donos de cachorros alérgicos, devemos ter em mente que algumas coisas não poderão mais fazer parte do dia a dia do animal e, consequentemente, do nosso também.

O que pode ocasionar alergia no nosso peludinho?

A alergia canina é causada por diversos fatores externos que podem causar hipersensibilidade do sistema imunológico de seu cão. Esses fatores são chamados clinicamente de alérgenos e estão presentes no dia a dia, como poeira, pólen, ácaros, bolores, produtos químicos diversos e até a alimentação. Porém, não pense que oferecer uma ração excelente afastará as reações alérgicas do seu amiguinho: eu mesma sempre ofereci ração super premium para a minha duplinha e não me vi livre desse incômodo.

O cão pode apresentar reação a algum componente da ração, principalmente os de origem animal e, assim, o componente ativará os anticorpos que produzem as histaminas (substâncias que ativam as alergias). Mas atenção: não confunda alergia com intoxicação alimentar. A alergia demanda acúmulo de substâncias que causam a reação, e isso leva tempo, enquanto a intoxicação acontece quando se consome algum alimento que libere toxinas. Já vi vários relatos de cães com alergia à frango, à peixe, à legumes. Precisamos investigar!

Também estão cada vez mais comuns as alergias a parasitas, micoses ou bactérias. Diria até que são as mais comuns entre os cães e são geralmente causadas pela picada de pulgas, sarnas e por infecção bacteriana, acarretando problemas na pele e na pelagem, além de levar à coceira incontrolável.

E ainda posso citar alergias a micro-organismos transmissíveis pelo ar, como ácaros, pólen, bolores e poeira, que são os principais causadores de espirros e dermatites alérgica.

Quais os sintomas?

  • Coceira intensa
  • Perda de pelos intensa
  • Lambedura excessiva no local da alergia
  • Secreção nos olhos
  • Pele com machucados, crostas e inflamações
  • Ouvido inflamado com frequência

Ainda chamo a atenção para o fato de que alguns desses sintomas podem aparecer com a síndrome da separação.

Como tratar?

Inicialmente, o veterinário pedirá um exame de sangue que determinará a sensibilidade a diversos alérgenos. Para determinar se a causa da alergia é alimentar, será utilizada a chamada dieta da exclusão – retirando aos poucos cada alimento do animal.

Após o período de avaliação clínica são prescritos os tratamentos, que incluem medicação e prevenção contra as causas da alergia canina. Pode ser que seja necessário introduzir medicamento (podendo ser oral ou em forma de pomadas para aplicação na pele, ou até mesmo shampoos e hidratantes). Também é importante proceder com a eliminação total ou parcial dos prováveis focos de alergia, mantendo o cachorro afastado de tudo o que lhe causa o desconforto.

Por aqui, vejo sempre que os veterinários optam pela introdução de ração hipoalergênica na dieta. O uso de vitaminas, ômega 3 e ômega 6 e banhos com água mineral são complementos que podem ser prescritos pelo veterinário.

O método utilizado em casa foi cortar tudinho o que poderia ser a causa e manter o ambiente mais limpo ainda. Passei a evitar produtos de limpeza com muito cheiro e adotei o herbalvet com mais frequência. Aspirar o local onde ela ficava foi fundamental, tanto porque eu mesma estava sentindo mais a queda dos pelos dela quanto porque ácaros e poeira são eliminados com a aspiração.

Outra medida adotada foi a troca da ração. Passei a dar ração hipoalergência e, segundo expliquei, a alergia é causada pelo acúmulo da substância que provoca a reação, então, para que o organismo do animal possa estar livre do que causava a alergia, é necessário que fique no mínimo 6 semanas comendo a ração hipoalergênica sem nada mais (petiscos, frutinhas, NADINHA!). Após a fase com a ração hipoalergênica, por orientação da médica veterinária, passamos para a ração voltada aos cães com maior sensibilidade com problemas na pele.

Ainda não descobri a causa exata, mas já reduzi totalmente a coceira e o desconforto da minha peludinha. O certo é novamente esperar 6 a 8 semanas para verificar se ela apresentará reação a essa ração, e observar. E continuar fazendo isso com cada uma das suspeitas, até chegar ao diagnóstico final.

Sabão de Coco resseca os pelos?

Você conhece o Sabão de coco líquido Ecovet? O Laboratório Ecovet iniciou suas atividades em 1991, com sede própria, na fabricação de produtos veterinários.  Suas instalações cumprem o exigido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e pelos padrões internacionais de qualidade. Atualmente contam com mais de 170 itens de fabricação própria, ou seja, não terceirizam nenhum produto, pois só assim podem manter um rigoroso controle de qualidade. As matérias-primas utilizadas são certificadas e orgânicas, provenientes de fontes renováveis, da mais alta qualidade.

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De acordo com a marca:

Segmento: Cães, Gatos e Equino

Descrição: Foi especialmente desenvolvido para render e proporcionar o máximo na limpeza e higienização dos animais de pequeno, médio e grande porte. Com pH neutro e óleo nutritivo essencial de coco, é muito utilizado na pré-lavagem em banho e tosa e em concursos de beleza de animais.

Indicação: Para limpeza e higienização.

Modo de Usar: Aplique o produto sobre todo o corpo do animal já molhado, friccione e massageie até formar uma espuma abundante e cremosa deixando agir por 5 minutos. Enxague e seque, conseguindo assim um efeito natural e saudável.

Precauções: Em caso de contato com mucosas, lave somente com água. Em caso de irritação ou hipersensibilidade a algum componente da fórmula, lave somente com água e suspenda o uso. Mantenha o frasco bem tampado e fora do alcance de crianças e animais domésticos, em local seco e freso, ao abrigo da luz.

 

Comecei a utilizar sabão de coco depois de ler várias pessoas indicando. Aqui no banho uso sempre nas patinhas e no bigode e adoro, pois sinto que faz muita diferença. Além de retirar toda a sujeira, o pelo fica bem mais branquinho, evitando o uso do shampoo branqueador em todos os banhos.

Não diluo o produto na hora da lavagem, passo diretamente nas patinhas, fazendo movimentos circulares. Quando vejo que já tem bastante espuma, enxáguo. É nítida a diferença que faz.

Tirei algumas fotos do banho dessa semana, para que vocês terem uma ideia do que estou falando:

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Na minha opinião, o produto tem um preço ótimo: paguei R$ 12,00 na embalagem de 500 mL em uma loja de artigos para animais aqui no Rio de Janeiro. Como só uso nas patinhas e no bigode, acaba durando bastante! Você consegue encontrar, também, em vários sites de compra pela internet.

Acho que vale super a pena testar. Não acho que ressecou em nada o pelo dos meus Shih Tzus e só não uso no corpinho, porque não é necessário. Mas, se um dia precisar, irei usar sem medo. O cheiro é bem característico de coco, mas nada desagradável, e nada que pareça o detergente da cozinha. A consistência é super ok, fazendo com que o produto se espalhe com muita facilidade.

Conforme explicado na embalagem, o sabão de coco líquido Ecovet é para ser empregado na pré-lavagem, então depois sempre uso outro shampoo, máscara de hidratação e finalizo com um condicionador. E assim termina o banho.

Espero que tenham gostado da dica, e até a próxima! Já visitaram nossa fanpage hoje?