Vou viajar e agora?

1392093_717187934976165_345015635_nUm dilema que cerca a vida de muita gente, inclusive a minha, é o assunto viagem! Existem viagens que o nosso cãozinho é presença confirmada, mas há aquelas em que isso não será possível. E o que fazer? Com quem deixar? Ir ou não ir? eis a questão! Há quem seja muito radical e não viaje por um período longo por conta de não querer ficar longe do seu cão. Mas eu compartilho da opinião de que não precisa ser assim! Sabendo se organizar e fazer com que essa viagem seja o menos traumático para ambas as partes, é possível sim!

Recentemente passei por esse dilema, mas com uma boa estratégia consegui realizá-la com sucesso. Por isso resolvi compartilhar com vocês essa experiência. Meu marido e eu estamos com a pequena Melissa há 1 ano. Sempre que viajávamos a levávamos, até porque eram viagens curtas e havia a possibilidade de estar junto. Mas desde o início desse ano (2013) planejávamos fazer uma viagem um pouco mais longa e para fora do país no fim do ano (novembro), o que impossibilitaria de levar a nossa pequena. De início fiquei apreensiva, com medo dela sofrer com a nossa ausência. Até porque, mesmo acostumada a passar o dia sozinha (por conta do trabalho), ela sempre nos tinha por perto em algum horário. A viagem ia acontecer, assim como outras também virão, não tem como evitar; porque mesmo que a gente ame nossos peludinhos, algumas situações são necessárias. Então logo tracei uma estratégia:

Primeiro passo foi a escolha de onde a Mel ficaria, uma decisão não tão difícil, eu tinha poucas opções. Ou seria a casa dos meus pais, ou dos meus sogros ou da minha avó. E se por acaso nenhum deles pudessem eu abriria esse leque para outros parentes ou amigos. Mais os fatores mais importantes da escolha são: confiança e cuidado. Alguém que você confie e sabe que vai cuidar. Meus sogros iriam viajar na mesma época e meus pais toparam de cara. Não esperava nada muito diferente disso, porque mesmo relutantes com a história de um neto humano, eles meio que adotaram essa fofa como netinha preferida! rsrs

Segundo passo foi estruturar a estratégia. Porque não dava para simplesmente um dia antes da viagem deixar a Melissa com meus pais e pronto. Eu não saberia como ela se comportaria e se sofreria logo de cara. Por mais que ela os conhecesse, todas as vezes que ela esteve ou dormiu lá, ela estava em nossa companhia. Pois bem, a ideia foi acostuma-la aos poucos; era começar uma adaptação, fazer um “teste drive”. Eu iria começar em Setembro, mas por conta de uma cirurgia da mamãe eu resolvi adiar para Outubro (a viagem foi programada para a primeira semana de novembro). E este “teste” ocorreu em dois momentos no mês de outubro.

Terceiro passo, a execução! Eu a levei para ficar na casa dos meus pais, como já falei, em 2 momentos no mês de Outubro. O primeiro foi no início de Outubro, dia 3 (uma quinta), e ela ficou até o dia 6 (um domingo). A primeira noite, ela deu uma choradinha, segundo o relatório dos meus pais e irmãos (sim, perguntei a todos!), mas os outros dias, como eles brincavam bastante com ela, ela não ficou chatinha e nem amuadinha. Ela manteve um comportamento normal: comeu, bebeu e brincou, exceto suas necessidades, o xixi fez normal, mas prendeu um pouco o número 2 nos primeiros dias. O segundo momento foi no dia 19 (um sábado) e a busquei no dia 24 (uma quinta). Ela já estava mais acostumada e ficou super bem os 5 dias, sem atraso de necessidades ou qualquer outro problema. Da segunda vez senti que ela realmente estava em boas mãos e que ficaria muito bem no “pra valer”.

Organizei essa adaptação por dois motivos óbvios: o primeiro, porque queria saber como ela se comportaria sem estar no seu ambiente habitual. E o segundo porque queria que ela percebesse que isso não era um abandono, eu a deixaria, mas voltaria para busca-la. Nem preciso dizer que minhas dúvidas e questões foram sanadas. Até porque meus pais são pessoas que amam animais, inclusive eles são “pais” de um Labrador, o Sansão, no qual a D. Melissa queria mandar rs. Mesmo calminha e miudinha, ela se achava no direito de latir (seu latido feminino) para um Sr. Negão daquele tamanho. – Mel não late nunca, mas na casa dos pais ela se viu livre e na liberdade de soltar a voz.

Depois de toda preparação, finalmente chegou o grande dia de ficar umas semanas na casa dos avós. Ela foi dia 2 de Novembro e a busquei no dia 22 de novembro. Fiz uma lista de recomendações, deixei orientações quanto ao banho dela e telefones de emergências da Veterinária. Deixei também à veterinária sobreaviso, e a mesma, ficou à disposição para qualquer ligação dos meus pais.

Resumidamente: Escolha um local de confiança, faça uma adaptação gradativa e próxima a data de viagem, no máximo com 2 meses antes do grande dia. Deixe a veterinária que acompanha o seu filhote ciente de tudo! Porque qualquer problema ela saberá da real situação. Faça uma lista de recomendações, orientações e proibições (mesmo que sua mãe ignore rs), ela com certeza ajuda na rotina do dia a dia.

Vamos passear no parque?

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Então o dia amanheceu lindo e você está de folga? Que tal levar seu amiguinho ao parque?

Há cidades que possuem parques com áreas específicas pra cães, onde seu peludo pode correr, brincar, socializar com outros animais, se divertir e manter contato com a natureza enquanto você aproveita pra curtir a vista e relaxar. Mesmo que na sua cidade não haja um local assim, em geral os cães são permitidos e bem-vindos nas áreas verdes municipais, desde que não representem ameaça pros demais frequentadores do lugar. Para saber onde levar seu animalzinho com segurança e sem infringir a legislação, confira o regulamento dos parques da sua cidade. E então, coleira e guia na mão antes de começar o passeio!

A Dina Nina é fã número 1 de passeios no parque, adora! Gosta tanto que pra voltar pra casa tem que ser carregada… Pra prolongar a estada, é sempre bom levar água para matar a sede. A Dina Nina usa uma bilha portátil nessas ocasiões, super importante pra mantê-la hidratada e impedir que passe mal durante o passeio. Há também potinhos de viagem que podem ser utilizados nessas horas. São potinhos dobráveis de polímero ou tecido impermeável, e podem ser presos à roupa ou guardados na bolsa, para se desdobrarem na hora da sede.

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Goiânia possui diversos parques, cada um com seu público e suas características, e a Dina ama correr nas áreas verdes do Parque Flamboyant e pular nos montes de folhas do Parque Vaca Brava.

E se ela já ficava feliz usando a guia convencional, com a guia retrátil o grau de diversão se elevou inúmeras vezes! Obrigada, madrinha! Agora ela se sente livre pra ampliar a distância percorrida, sentir novos cheiros e explorar novos ambientes.

Por se tratar de um cãozinho peludo e braquicefálico (os popularmente chamados “carinha amassada”),  os passeios normalmente são breves, pois os shih tzus tendem a se cansar muito rápido e ficam muito ofegantes. Nessas horas, é sempre bom procurar a sombra de uma árvore e esperar a respiração voltar ao normal. Aí dá pra aproveitar e tirar fotos, fazer um carinho no seu cãozinho e conversar com outros animais e seus donos.

É bom lembrar que a vacinação e o controle de pulgas e carrapatos devem estar em dia, pra evitar surpresas perigosas e desagradáveis ao fim do passeio. E pra não fazer feio, não se esqueça de levar um saquinho pra recolher as fezes do seu filhote! Quer coisa mais chata do que estar num lugar lindo e dar de cara com algo que não deveria estar ali?

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Brinquedos Favoritos

Brinquedos Favoritos

Brinquedos Favoritos

É super importante para o cão ter brinquedos, isso o estimula a fazer exercícios diariamente, a ficar mais alegre e a socializar mais. E, na fase do nascimento dos dentinhos, ajuda a mantê-lo ocupado, não roendo móveis e sapatos alheios. Ao longo desse 1 ano com o Mylow, comprei diversos brinquedos, mas como deve acontecer com vocês, há vários que não fizeram tanto sucesso.

Assim que fiquei sabendo da chegada do My, tratei de ir ao Pet e comprar vários, comprei na época uma galinha de plástico molinha, um de silicone amarelo,um cachorro quente de latéx e um ossinho de silicone vermelho, ele até brincava bastante. Nessa época eu colocava os brinquedos no congelador e quando estava bem geladinho dava pra ele, acho que isso ajudava na coceira dos dentinhos, porque ele adorava.

Conforme ele foi crescendo o número de brinquedos só foi aumentando, até que comprei o brinquedo preferido dele até hoje, que é um sapatinho amarelo de látex, sem nada demais, mas ele ama! Depois que percebi o interessa gigantesco dele pelo sapatinho,tentei comprar coisas parecidas, do mesmo material, mas infelizmente não obtive sucesso.

E continuei comprando brinquedos, até que comprei uma chupetinha daquelas bem baratinhas para ver qual ia ser, e finalmente eu o vi largando um pouco o tal sapatinho para brincar com a chupeta. Com aquele tanto de brinquedo caro que já tinha comprado, e ele vai me gostar de uma chupeta de R$2,00, ela tava de brincadeira?!

Durante esse tempo, consegui outro brinquedo que fez bastante sucesso que foi uma cordinha. Já tinha lido que eles geralmente curtem bastante esse tipo de brinquedo, então fui lá e comprei, e fiquei hiper feliz que ele gostou. Até hoje ele sempre pega a cordinha pra alguém jogar pra ele.

Bom, queria ainda achar mais brinquedos favoritos pra ele. Comprei um de pelúcia e ele não curtiu, um de barulho, e ele não gostou, um que coloca a garrafa pet dentro e também nada… Ai como My é bem guloso cismei que ele precisava de uma Pet Ball,  que é uma bolinha que você coloca ração dentro e a ração vai caindo no chão e o cão vai se distraindo nisso. Para minha tristeza ele nunca brinca, tentei estimular de todas as formas.

Conclusão: ele sempre pega ou o sapatinho amarelo, ou a cordinha ou a chupeta. Sei de pessoas que fazem rodízios de brinquedos, cada semana deixa 3 para a brincadeira, mas acabo nunca fazendo isso. Já dei muitos brinquedos dele, acho legal isso também. Se você vê que seu cão não curtiu muito, passe para frente, eu já estou na hora de me desfazer de alguns novamente.

E com vocês como funciona? Quais são os preferidos do seu pet? Já passou por algo parecido?

Um é pouco…

Muita gente se empolga com o primeiro cãozinho e logo se encanta, se apaixona, se doa! Dai vem a vontade de ter o seu segundo peludo. Assim aconteceu comigo e não resisti quando vi a carinha da minha caçulinha.

Mas é só depois do impulso que a gente se dá conta: Qual será a reação do cãozinho mais velho? Será que se darão bem? Pronto, eu já tinha aceitado o desafio de cuidar das duas e esse turbilhão de incertezas apareceu. Corri para a internet atrás de dicas de como fazê-las se adaptar e conviverem em harmonia.

Dicas de como apresentá-las e como se portar no dia-a-dia me foram úteis. Mas nada me tira da cabeça que meu jeitinho tinhoso dificultou as coisas. Explico: inevitável que o cão puxe ao dono, e, com isso, tenho duas tinhosas (e orgulhosas, e ciumentas, e aparícias…) em casa.

De toda sorte, eu precisava continuar exercendo a minha liderança para que me respeitassem e ainda fazê-las se respeitarem. Mas como? A Yuppie já entendia perfeitamente e eu não podia e nem queria ter uma cadela rebelde e duas brigando sem parar pela casa. Mas foi só após a pesquisa que eu fiquei sabendo, melhor criar dois cães de sexos opostos. Fêmeas brigam mais com fêmeas e machos brigam mais com machos, mas já estava feito e… vamos ao desafio!

Yuppie e Chloé

Conversei com várias pessoas que tinham dois ou mais cães. Quanto a me impor perante, elas eu não estava tão temerosa, ocorreu de forma natural com a Yuppie e assim eu imaginei que ocorreria com a chegada da Chloé. O que me deixava mais assustada era mesmo a convivência entre elas. Depois de pesquisar, percebi que a principal causa de brigas entre cães era a organização hierárquica que deveria prevalecer. Em outras palavras, uma das duas seria líder e não seria eu que escolheria, precisava notar qual assumiria o papel.

A primeira dica que todos dão é apresenta-los num ambiente neutro, isso para que o cão mais antigo não entenda como ameaça ao seu território e precise exterminar o inimigo. Então, aproveitei que a Chloé chegou num final de semana e fiz isso na casa da minha avó, já que lá tem o habitual encontro familiar de domingo. Lá a Yuppie não entendeu bem o que aconteceria, mas ficou toda desconfiada e com medo de chegar perto, dizem que é essa a primeira reação dos cães mais velhos em relação aos filhotes, temem por um tempo e mantém a distancia.

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O que li bastante era que a minha postura influenciaria no comportamento delas. Choquei e faltei paralisar quando li: “esteja preparado para apartar brigas”. Pensei: Nossa, como duas fofinhas classificadas como “cães de companhia” iriam ser tão ofensivas? E, por algumas vezes, foram! Por isso, falar firme, não tolerar implicâncias ou provocações era essencial. Ok! Mas como uma cachorra implicaria com a outra? Pra mim, parecia surreal e papo de especialista em coisa nenhuma se achando metido a doutor de alguma coisa. Mas sim, pequenos sinais seriam percebidos: roubando seus brinquedos, não deixando a outra passar pelo seu local favorito, não permitindo que chegasse junto das visitas e de mim. Isso tudo eu deveria repreender. Pode parecer bobagem, mas foi extremamente importante.

Ainda assim, notei que a noite seria mais complicada e, a primeira grande solução foi fazer o convívio inicial ser gradual. Contei com a ajuda da minha irmã que abrigou caçulinha na casa dela alguns dias alternados e as duas foram aprendendo a conviver. Dali uns dias, a Yuppie não saia do lado do cercadinho onde a Chloé ficava confinada durante o dia (usei essa tática para fazê-las aprender a fazer xixi no tapete).  Alguns usam como dica reduzir gradativamente a distancia, o que pra mim não funcionaria, já que moro em um apartamento e a raça não é agressiva a ponto de preocupar em mantê-las na guia por medo de ataque. Então, julguei que não forçar um convívio logo de cara foi mais adequado e funcionou bem, sem contar que já se conheciam bem e já tinham brincado bastante quando foram, então, passar a dividir caminha, bilha e até a mamãe.

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Por um longo tempo, foi preciso dar prioridade para o cão líder, no meu caso, a Yuppie. Se ia dar petiscos, primeiro a Yuppie; se chegava o momento de escovar, primeiro a Yuppie; se tinha momento de brincadeira, primeiro a Yuppie; refeições servidas, primeiro a Yuppie; cama, sofá? Só a Yuppie tinha acesso permitido. Confesso que por muitas semanas me partia o coração, a Chloé fazia olhar de coitada e eu tinha que ignorar. Acho até que isso influenciou e muito na personalidade dela, que hoje é super carente (não por falta de carinho), exige o afago e quando está comigo, fica mais quietinha, procura sempre minha mão e não tenta se impor, meio que aproveita o momento – ao contrário da Yuppie que é mais voluntariosa e até independente.

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Procurei entender que é um engano pensar que cachorros precisam ser tratados com igualdade e que eles se sentem infelizes quando são “deixados um pouquinho de lado”. Tudo bem, com o olhar da Chloé tudo ficava mais difícil, mas eu me virava e mentalizava que logo passaria. Nem todos os cães nascem para serem líderes.

Um outro ponto que vale a pena lembrar é que nem sempre a dominância é estabelecida pelo cão mais velho, nem mesmo por quem chegou primeiro no território. E ai estava o problema, quem estava com a Chloé me disse que ela era a mais espoleta e escandalosa da ninhada, a que liderava a baderna e expulsava os irmãos do lugar que ela queria dormir. Logo entendi: ali, naquele ambiente, ela era a líder. Como seria na minha casa com a Yuppie?

Aos poucos o convívio foi se alinhando e, dentro dos 30 dias que costumam falar ser necessário para o entrosamento, elas já se amavam e se odiavam. Como percebi quem seria a líder? A Yuppie não arredou o pé do lugar de dormir preferido e quando a Chloé chagava perto, ela tratava de se impor, não deixava de jeito nenhum a mais nova comer antes ou junto com ela, e a mais nova respeitava esses comandos. Então, só respeitei a forma como elas se organizaram, embora hoje eu não consiga perceber claramente quem é líder. É impressionante, dormem juntinhas, mas a Chloé só late depois da Yuppie, em contrapartida, é a primeira a fazer xixi pela manhã – e a Yuppie ODEIA usar o tapete sujo, rs – Chloé respeita o pratinho de comida da Yuppie, mas se ela bobear, Chloé dá seu jeitinho de fisgar uns grãozinhos da ração da gorducha.

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Qual o momento certo para tosar?

Muita gente sofre para responder essa pergunta, ou porque não sabem a hora certa ou porque querem adiar isso por um bom tempo. Eu confesso que era do time das que tinham pavor da tesoura ou da máquina se aproximar da minha bola peluda. Mas preciso dizer que a tosa deve ser feita SIM! Seja ela para manter uma pelagem mais curtinha, conhecida com a tosa bebe (exemplo a do Mylow), ou simplesmente para dar uma aparada. No mundo estético pet, existem muitas opções de tosa, que serão abordada mais a frente.

O que importa saber é que todo animal de pelo longo passa por uma troca da pelagem, mudando a textura da sua fase filhote para a fase adulta. Isso ocorre dos 7 meses aos 14 meses, durante esse período também pode haver uma frequência maior da queda de pelos. Conforme o pelo cresce ele carrega um pouco das duas texturas, levando o pelo antigo (aspecto de algodão) para as pontas – o que deixa a pelagem mais ressecada e quebrada, sem falar que deixa mais armado também -. Foi exatamente por isso que tomei coragem e mandei aparar as pontas do pelo da Melissa. Ela possui uma pelagem muito fininha e as pontas estavam quebradas. Cheguei à conclusão que mesmo que não seja para fazer uma tosa radical, aparar e eliminar o pelo de filhote irá ajudar e muito para que cresça pelos mais fortes e bonitos!

E afinal: Qual o momento certo para tosar? Eu diria que tudo vai depender do que você quer para sua bola de pelo. Se for um aspecto de filhote, logo que fizer uns 5 ou 6 meses, (e tiver terminado do ciclo de vacinas) pode fazer a tosa bebe, fica lindo! Se for do time, como eu, que cultiva o pelo longo, eu diria que a partir dos 7 meses pode começar a fazer uma tosa periódica e na tesoura, para que possa ir aparando aos poucos e eliminando a pelagem de filhote. Eu demorei um pouco mais para entender isso, e por experiência te diria para não adiar tanto e ir acertando esse pelo conforme o crescimento dele.

A primeira tosa da Melissa foi dia 26 de outubro, e ela estava com 1 ano e 3 meses (sim demorei para fazer essa primeira tosa), mas eu curti muito o resultado e acho que aliado a outras ações em breve o pelo dela estará grande novamente e sem a pelagem de filhote.

Olha como era o antes e como ficou depois:

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Espero que desapegue e não tenha medo da tesoura, ela só cortará as pontinhas rsrs.

Laços para machos

 Olá pessoal, como meu primeiro post quero falar sobre laços! Sim eu tenho um macho e ele usa lacinhos enfeitados  O/ !!

Existem vários “mitos” em relação aos laços, já ouvi milhões de coisas do tipo “macho só usa uma chuca”, “macho NÃO pode usar laço”,“Shih Tzu macho tem que cortar a franja” e por ai vai. Confesso que a principio fiquei meio receosa de colocar lacinhos no Cer, mas se pesquisarmos um pouquinho (apenas digite Shih Tzu no Google) veremos que muitos machos usam e são reconhecidos em vários países. Cães de exposição e competição são em grande parte machos e usam lindos topetes, “Topknots”, com laços luxuosos que chegam a custar mais que uma refeição em Shopping. Vendo isso fui pesquisar laceiras e vi a infinidade de variações existentes que vão dos mais simples até aos com detalhes em ouro. Eu sempre optei pelos mais básicos e conforme fui pegando prática passei para os mais sofisticados.

A questão de o cão manter o laço no topete é puro costume, fica mais fácil iniciar com os mais leves e os mais pesados que são os resinados com enfeites com supervisão. Após pouco tempo ele já estará acostumado. E claro que mães e pais devemos ter um treinamento também, pois sempre terá alguém para chamar seu meninão de “mocinha” , dependendo da pessoa nem corrijo, apenas sorrio e aceno… rsrs…

Abaixo temos algumas fotos do Cerberus e de seus aumiguinhos, os BRÓDERS Capuccino e Mylow com seus lacinhos e um pouquinho da coleção de cada um.

Machos Shih Tzu Café

E aqui o Cerberus com chuca dupla.

Shih Tzu Café - Cerberus

Então fica a dica pessoal! Deixem os peludos mais charmosos, usem laços!

Tosa Bebê

Muita gente vem me perguntar sobre a tosa que uso no Mylow, então por isso resolvi que esse seria o tema do meu primeiro post aqui para o blog: a tosa bebê. Nela, os pelos ficam curtos como os de um filhote, daí o nome! Ela também conhecida como tosa verão, tosa puppy, tosa da raça,entre outros nomes.

Uso essa tosa desde quando ele completou exatamente 15 dias, após a última vacina da V10, Eu estava louca para tosar aquela bolinha de pelo, pois sentia que devia incomodar muito no calor, aqui estava fazendo uns 39°/40° todos os dias e não tinha como deixar o ar-condicionado ligado o dia todo. Então, quando ele estava com 4 meses, ele fez a primeira tosa bebê e foi na tesoura. Eu estava morrendo de medo de algo sair errado e eu não gostar da tosa, ou então eles cortarem o bigode, entre outros medos, daí procurei um pet por perto onde eu pudesse acompanhar a tosa de perto, mas não achei nenhum, então levei no mesmo lugar onde a veterinária dele trabalha, confiando que iriam cuidar bem dele. Assim que cheguei já mostrei umas 3 fotos que tinha pego na internet e fui deixando bem claro o que queria, e quase que implorando para ela não mexer no bigode kkk. Pedi 2 dedinhos no corpo, para arredondar o rostinho e para não mexer no rabinho também. Nossa, quando a tosadora me entregou, depois de 3 horas kk, quase saltitei de alegria, porque era igual uma pelúcia de verdade gente! E assim ficou a primeira tosa.

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Claro que ele logo estragou todo penteado, mas isso vocês já devem estar acostumadas, kkk.

Fiz mais duas vezes nesse lugar, e ambas as vezes foram na tesoura, eu amava o resultado. Até que a Bianca, também aqui do blog, me indicou um lugar perto de casa que dava para acompanhar a tosa pelo vidro e que usavam só produtos da PetSociety, ai eu amei de verdade! E o melhor, o preço era praticamente o mesmo. Porém teve o seguinte, eles não faziam tosa bebê na tesoura, só na máquina. Putz na máquina eu não queria, fiquei com medo do Mylow só ter cabeça kk, até que eles me explicaram que essa máquina deles é própria para isso, e que se chama Snap e me garantiram que o pelo dele não ficaria baixo, e sim com uns dois dedos do jeito que eu gostava. Mais uma vez fiquei morrendo de medo de algo dar errado, e dei as mesmas recomendações, não mexer no bigode, arredondar a cabeça e não mexer no rabo, e deixar o corpinho com dois dedos, então fiquei esperando e depois de 2 horas, o My veio idêntico ao que ele vinha com a tosa na tesoura, e eu amei o resultado.

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Comparação da Tosa na tesoura para Tosa no Snap.

A tosa na tesoura demorou muito mais, o resultado foi lindo, porém nem todo mundo tem a sorte de pegar uma boa profissional como eu tive. A tosa na máquina, no meu caso no Snap, foi bem mais rápida e ele veio lindo também, acho mais fácil de fazer, e desgasta menos o cão.

Conclusão

Amo essa tosa, não tenho coragem de deixar o pelo do Mylow crescer. O pelo dele é lindo, brilhoso, mas aqui no Rio de Janeiro faz muito calor e minha casa é muito quente, não consigo acreditar que aquele pelo todo não incomode o cão. Outro ponto muito forte que me faz tosar todo mês, é o fato de nós. Mantendo o pelo curto, raramente você vai se pegar tirando um nó, tenho muita pena quando isso acontece! , e esse é um dos grandes motivo, Fora que suja menos, o banho é mais pratico e rápido, o bigode não suja tanto na hora de se alimentar, não gruda sujeiras da rua quando vai para os passeios, entre outros benefícios.

O Mylow quando chega da tosa, parece que fica mais leve, mais feliz, dá para ver nos olhinhos dele que ele prefere assim. Kkk Isso acontece com os Shih Tzu de vocês também ???

Aqui no blog sou voto perdido, porque o Mylow é  o único que faz a tosa bebê e os outros são todos peludos, mas eu estarei sempre aqui levando essa bandeira. Até porque se você fizer e depois mudar de opinião e só deixar crescer, sem problemas.

Deixe nos comentários se ficou alguma dúvida, ou me conte como seu Shih Tzu se sente após a tosa.